Resenha: O que o sol faz com as flores - Rupi Kaur - Editora Planeta

Título: O que o sol faz com as flores
Autora: Rupi Kaur
Editora: Planeta
Ano: 2018
Páginas: 256
Onde Comprar: AMAZON 
Sinopse:


Da mesma autora de outros jeitos de usar a boca, best-seller com mais de 100 mil exemplares vendidos no Brasil.
o que o sol faz com as flores é uma coletânea de poemas arrebatadores sobre crescimento e cura. ancestralidade e honrar as raízes. expatriação e o amadurecimento até encontrar um lar dentro de você.
organizado em cinco capítulos e ilustrado por Rupi Kaur, o livro percorre uma extraordinária jornada dividida em murchar, cair, enraizar, crescer, florescer. uma celebração do amor em todas as suas formas.





Após a leitura de “Outros jeitos de usar a boca”, me vi curiosa com a leitura do segundo trabalho da autora e aproveitei para completar uma das metas do desafio literário que estou participando esse ano. 

“quando o sol vai embora
eles abaixam a cabeça de tristeza
é o que o sol faz com as flores
é o que você faz comigo”
Dividido em cinco partes: murchar, cair, enraizar, crescer e florescer. Acompanhamos a evolução do ser humano e também nosso papel na sociedade de acordo com as etapas da vida e nada melhor que a representação através dos estágios de uma flor. 

Rupi aproveita para trazer ao longo dos poemas diversos temas importantes e que nos coloca para refletir sobre tantos assuntos que insistem se fazer presente ainda nos dias atuais como o amor que machuca, os relacionamentos abusivos, dramas familiares, violência contra as mulheres, aceitação sobre aquilo que não podemos mudar, mas também ressalta a importância de uma mulher mais ativa na sociedade, ser empoderada, as dificuldades em firmar raízes, conseguir oportunidades dignas em países imigrantes. 

"deixar seu país não foi fácil para a minha mãe, ainda a vejo procurando sua terra nos filmes estrangeiros e na prateleira de importados"


A leitura é fluida, rápida, mas fui lendo aos poucos para poder absorver melhor a intensidade de algumas frases e como em toda obra os poemas conseguem deixar marcas, nos fazer refletir, outros passam e não identificamos o sentido ou intensidade daquilo que estamos lendo, mas não significa que seja ruim. 

A falta de letras maiúsculas e/ou pontuação continua me incomodando, mas mesmo com essa ressalva, indico a leitura pelos sentimentos que foram trazidos à tona e para aqueles que tem interesse em conhecer a escrita da autora é uma ótima oportunidade de ver a extensão de seu antecessor.

DLL20 Janeiro | Livro de Poesia.
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